O Vaticano foi vítima de vazamento de alguns documentos cuja origem ainda é desconhecida. Entre as vítimas, Bispos e Cardeais ligados à Cúria Romana. O episódio gerou desconforto entre as autoridades da Santa Sé, já que o principal alvo foi a Secretaria de Estado Vaticana.
Ao conhecer o conteúdo dos documentos filtrados, o Diretor da Sala de Imprensa do Vaticano, Padre Federico Lombardi, saiu a desmentir a existência de uma espécie "de Wikileaks" ou "Vatileaks", como o chamam os meios seculares, e denunciou que o objetivo final das filtrações é desacreditar a Igreja Católica.
O Papa dispôs que a comissão fosse presidida pelo Cardeal espanhol Julián Herranz, Presidente Emérito do Pontifício Conselho para a Interpretação dos Textos Legislativos.
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