O Papa deixou Santiago de Cuba e transferiu-se para Havana

O encontro privado entre Bento XVI e Raúl Castro, que teve lugar ontem 27 de Março no Palácio Presidencial em Havana, durou cerca de quarenta minutos, enquanto ao mesmo tempo se realizava outro semelhante entre as delegações do Vaticano, guiada pelo cardeal secretário de Estado, e do governo cubano, chefiada pelo vice-presidente do conselho de Estado e do conselho de Ministros. Entre os assuntos abordados, referiu a seguir o jesuíta Federico Lombardi, director da Sala de Imprensa da Santa Sé, é possível indicar «as expectativas da Igreja cubana e o seu desejo de desenvolver ulteriormente a sua presença, a fim de oferecer uma contribuição positiva para o bem do país». Pe. Lombardi informou também sobre o pedido adiantado pelo Pontífice ao presidente cubano Raúl Castro para reconhecer a Sexta-feira Santa como dia festivo na ilha caribenha, recordando que, em 1998, João Paulo II no final da sua visita pediu e obteve de Fidel Castro um reconhecimento análogo para o dia de Natal.
No final do encontro Bento XVI e o presidente cubano mostraram-se da janela do pátio do Palácio de la Revolución para saudar os jornalistas, fotógrafos e cameramen reunidos para imortalizar o aperto de mão que os dois trocaram.
do nosso enviado Mario Ponzi
Nenhum comentário:
Postar um comentário